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Ansiedade e depressão na gravidez aumentam risco de asma do bebê


Filhos de mulheres que sofrem de depressão e ansiedade na gravidez podem correr riscos mais elevados de desenvolver asma, é o que mostra uma nova pesquisa americana.
O estudo, envolvendo 279 mulheres de raça negra e origem hispânica, aumenta evidências de pesquisas anteriores realizadas com famílias de raça branca que revelaram que as crianças são especialmente mais suscetíveis a riscos relacionados à asma durante o período pré-natal.
Os resultados foram publicados na edição de julho do periódico Annals of Allergy, Asthma & Immunology.
Aproximadamente 70% das mães que relataram altos níveis de ansiedade e depressão durante a gravidez disseram que seus filhos haviam se mostrado ofegantes antes dos cinco anos de idade, disse a pesquisadora Marilyn Reyes,do Columbia Center for Children’s Environmental Health, de Nova York, que conduziu o estudo. As informações foram reveladas em um boletim da Sociedade Americana de Alergia, Asma e Imunologia.
“Compreender como a depressão materna afeta a saúde respiratória da criança é importante para o desenvolvimento de métodos de intervenção eficazes”, complementou Reyes.
Segundo a equipe de pesquisa, estão entre os sintomas de asma:
- Tosse, principalmente noturna
- Falta de ar ou chiado no peito ao respirar
- Dificuldade respiratória que leva ao afundamento da pele ao redor das costelas ou do pescoço
- Resfriados freqüentes
Os autores do estudo ressaltam que crianças que apresentam quaisquer destes sintomas regularmente podem ser asmáticas e devem se consultar com um alergista.
“Os sintomas da asma  pediátrica podem variar de uma tosse irritante que se prolonga por dias ou semanas até emergências respiratórias alarmantes”, explica a alergista Rachel Miller, uma das autoras do estudo. Ela complementa que, com o tratamento correto, a criança poderá dormir a noite toda e respirar com facilidade, evitando faltar na escola.

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